O Museu Rural aborda essencialmente a temática da ruralidade e do trabalho agrícola do ciclo do pão. Encontra-se instalado num edifício que outrora teve funções de apoio à atividade do fabrico do pão e onde se encontra ainda o original e tradicional forno de lenha. Todos os objetos que integram esta exposição permanente estão associados à tradição do cultivo dos cereais, a sua transformação em pão e foram doados pelos moradores da aldeia de Urrós.
Antiga ponte de acesso entre Bemposta e Lamoso.
Ruínas de uma ponte, de que resta um arco, de volta perfeita, com aduelas estreitas e compridas, em fiada irregular, quase totalmente coberto de vegetação e assente em pilares na margem em cantaria de granito de aparelho isódomo, estes regulares e bem-talhados. Alguns silhares apresentam decoração geométrica. É visível o enchimento que sustentaria o tabuleiro.
Na margem direita, troço de via romana. Ao lado de ponte moderna, do séc. 20, com acesso vedado por gradeamento, delimitando zona de pastagens de gado, de ambos os lados da EN. Rural, isolado, no meio de um campo de pastagem privada, envolvido por gradeamento em arame farpado. Surge sobre a Ribeira de Taliscas. Junto à ponte, a atual ponte, de betão e com pavimento em alcatrão. Junto da ponte, surgem alguns silhares almofadados e a base de uma coluna.
Época romana - provável construção da ponte, integrada, segundo alguns autores na estrada que ligava Mérida a Viseu e que atravessava, no distrito de Castelo Branco, as povoação de Idanha-a-Velha, Medelim, Bemposta, Mata, Torre dos Namorados, Meimoa e Capinha; 1209 - D. Sancho I concede privilégios aos construtores de pontes na zona de Penamacor, sendo possível que esta date deste período (CURADO, 1982); 1758 - referida nas Memórias Paroquiais, assinadas pelo cura Manuel Marques Ribeiro, como sendo muito "(...) antiga mal reparada e principiada a demolir, é de cantaria e parte de alvenaria, no sitio chamado o da ponte desta dita villa"; 1963 - a ponte foi parcialmente destruída, quando o empreiteiro responsável pela feitura da nova ponte, começou a desmontá-la e a remover do local cantaria lavrada; 3 Dezembro - um ofício da Direção Regional dos Monumentos do Centro refere que a ponte havia sido parcialmente destruída, já não existindo o arco mais pequeno, tendo sido os trabalhos de desmontagem suspenso há cerca de 20 dias; 13 Dezembro - os serviços centrais solicitam aos técnicos que avaliem a possibilidade de reconstrução; 1964, 4 Março - o orçamento para consolidar o arco subsistente, visto não ser possível reconstruir o já destruído, era de 25.800$00; séc. 20, década de 70 - ainda existiam vestígios da calçada romana junto à Igreja Matriz; 2008, 22 agosto - proposta de classificação por particular; 2009, 28 abril - proposta de encerramento; 08 maio - Despacho de encerramento do processo de classificação pelo diretor do IGESPAR.
A cascata com cerca de 60 metros de altura. Para poder desfrutar totalmente deste percurso é imperativo efetuá-lo durante os meses mais chuvosos do ano, ou seja, entre novembro e abril. Cascata com cerca de 60 metros de altura. Para poder desfrutar totalmente deste percurso é imperativo efetuá-lo durante os meses mais chuvosos do ano, ou seja, entre novembro e abril.
A Igreja de Algosinho situa-se na extremidade nascente da povoação da qual recebeu o seu nome. A sua composição arquitetónica, de estilo tardo-românico aponta a data da construção do atual Templo religioso para meados do século XIII ou inícios do XIV, nela reflete-se a resistência à adoção do estilo gótico, nesta região do Nordeste Transmontano, na qual perdura como estilo imperante o românico, disso é visível na composição da nave em cantaria pouco fenestrada de paredes espessas, compósita com elementos do gótico, nomeadamente os arcos apontados rasgados nas três entradas e no arco do triunfo de perfil apontado. No seu interior, na capela-mor datada possivelmente do século XVI, resguarda-se um retábulo de estilo arquitetural maneirista. Classificado como Monumento de Interesse Público desde 1955
Pequeno templo de arquitetura tradicional religiosa, a Capela do Senhor da Boa Morte, localiza-se na entrada da povoação de Ventozelo.
Edifício religioso de planta retangular é composto por dois corpos justapostos, nave e capela-mor com a sacristia no lado do Evangelho. A entrada é resguardada por um pequeno alpendre suportado por oito colunas.
Mas o que é de mais admirável neste templo singelo é a pintura e as esculturas existentes no seu interior que representam a Via-sacra.
No teto da nave as pinturas, possivelmente datáveis do século XVII ou XVIII, de uma beleza inegável, representam o Juízo Universal. As imagens, de estilo pouco comum, refletem a mão de artesãos que respeitavam a representação de imagens tradicionais portuguesas e a representação dos fariseus com a deturpação das suas faces.
Um miradouro natural no carreiro que, em tempos idos, os guardas usavam para se deslocarem para o seu posto, junto ao rio Douro, e daí (tentarem) controlar o contrabando.
Uma vista incrível num local cheio de histórias castiças e outras nem tanto.
Localizado junto ao caminho de acesso ao Rio Douro, com vistas Arribas do Rio Douro e para a ribeira dos Abicheiros.
Localizado na Freguesia de Peredo da Bemposta, é um miradouro com uma vista deslumbrante para o Rio Douro e está situado em pleno na área protegida do Parque Natural do Douro Internacional (PNDI).