Igreja Matriz de Maçores, também denominada por Igreja de S. Martinho, data do séc. XVIII, apresenta na fachada um frontispício, rematado com uma guarnição em granito até ao início da torre sineira, que termina com uma cruz simples. O interior contém seis altares, sendo o altarmor em estilo neoclássico.
A Capela de Santa Leocádia tem uma vista privilegiada e única sobre a vila de Torre de Moncorvo. Ao lado da capela existe uma cruz, cravada num rochedo, a qual se avista desde a vila.
A capela, datada do século XVII, ergue-se na Serra do Reboredo, junto ao caminho que, antigamente, era utilizado pelas populações de Felgueiras, Maçores, Urros e Peredo dos Castelhanos para se deslocarem para Moncorvo. Do largo, em frente à fachada, é possível visualizar uma agradável panorâmica sobre montes e vales. Com uma arquitetura simples e de tamanho reduzido, exibe uma cruz em granito no telhado.
A construção da Igreja Matriz ou Igreja de Nossa Senhora da assunção (Monumento Nacional) iniciou-se na primeira metade do séc. XVI, prolongando-se até aos primeiros anos do século seguinte. Na fachada principal destaca-se a torre saliente que transmite um acentuado sentido de elegância ao edifício, e o belo pórtico de estilo renascença. Possui lateralmente, dois corpos salientes: a sacristia, a norte; e um alpendre junto ao pórtico sul. De realçar ainda um belo conjunto de esculturas, nomeadamente os anjos que coroam o topo da igreja, sobre o altarmor, bem como as gárgulas que se encontram ao nível da cornija.
O Castelo de Torre de Moncorvo foi edificado nos finais do seculo XIII no reinado de D. Dinis. Está localizado a poente da vila Medieval, de planta quadrangular irregular, tendo sido construído em material granítico. Um desenho de 1815 mostra que o castelo apresentava duas torres, uma para o exterior, outra para o interior, com uma porta em arco abatido que permitia o acesso ao recinto. As atuais ruinas do Castelo estão classificadas como Imóvel de Interesse Público, desde 1955.
Templo do séc. XVI (Imóvel de Interesse Público), apresenta fachada de gosto renascentista, onde está rasgado um portal ladeado superiormente por dois medalhões representando S. Pedro e S. Paulo. No topo, encontra-se rasgado um nicho com a imagem de Nossa Senhora do Amparo. No interior, a igreja de uma só nave, destacam-se o retábulo de talha dourada barroca (Estilo Nacional), bem como um púlpito renascentista em forma de cálice, com a parte superior oitavada, possuindo em cada face as imagens de Doutores da Igreja e os Evangelistas. Esta peça encontrava-se originalmente no exterior da Igreja. À esquerda do templo encontra-se a casa da Misericórdia, com uma janela de canto no piso superior, possuindo na fachada um brasão ovalado, com as armas da casa real portuguesa, que são o brasão desta irmandade. Neste local encontra-se instalado o Museu de Arte Sacra de Torre de Moncorvo.
A capela do Sagrado Coração de Jesus pertencia ao já demolido solar da família Carneiro Vasconcelos, tendo sido erguida, ao que tudo indica, no decorrer da primeira metade do século XVIII. Certo é que o órgão remonta a ano de 1743. O portal principal é formado por pilastras e encimado por frontão de volutas interrompido pelo Sagrado Coração de Jesus, ao qual a capela é dedicada.
A Ponte Rodoferroviária do Pocinho, também conhecida por Ponte do Pocinho, é uma infraestrutura rodoferroviária da Linha do Sabor, que cruza o Rio Douro no Concelho de Vila Nova de Foz Côa, em Portugal; encontra-se encerrada ao serviço, para ambos os tipos de tráfego. Apresenta dois tabuleiros sobrepostos: o superior, com, aproximadamente, 262 m de comprimento e 8 m de largura, transportava uma via férrea em bitola métrica, e o inferior, uma estrada; está assente sobre quatro pilares de pedra, formando 3 vãos de 54 m no centro e 2 de 45 m na periferia.